sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O poder do seu pâncreas.

O quanto você come altera mais do que a sua cintura. Também afeta seus órgãos, começando pelo pâncreas. A cada mordida, seu pâncreas precisa liberar sucos digestivos suficientes e hormônios para que você se beneficie dos alimentos que come. Colocar muito estresse sobre seu pâncreas - ao comer muito, beber ou fumar - pode causar sérios problemas para sua saúde. O pâncreas situa-se atrás do estômago. Ele é circundado pelos intestinos, fígado e vesícula biliar. Esse órgãos vizinhos trabalham em conjunto para o ajudar a digerir a comida. O pâncreas produz uma variedade de enzimas para ajudar a quebrar os carboidratos, proteínas e gorduras da alimentação em elementos menores que são mais fáceis de serem utilizados como energia. Ele também produz hormônios especializados que circulam pelo sangue a ajudam a regular uma variedade de funções corporais. O hormônio mais conhecido produzido pelo pâncreas é a insulina. Ela controla quanto açúcar, o glicose, é absorvida pelas células do corpo. Se as células produtoras de insulina no pâncreas forem danificadas, a pessoa pode desenvolver diabetes. A diabetes tipo 2 ocorre quando o pâncreas não consegue produzir insulina suficiente para lidar com o açúcar no sangue. Obesidade piora a diabetes tipo 2. Obesidade pode tornar seu corpo menos sensível à insulina, de modo que ele precise de mais insulina para alcançar o mesmo trabalho metabólico. Isso coloca mais estresse sobre o pâncreas. Perder somente de 2 a 5 kg pode ajudar o pâncreas a trabalhar mais eficientemente. Pancreatite crônica e aguda Altos níveis de gordura no sangue também podem ocasionar inflamação no pâncreas, ou pancreatite, a qual pode ser crônica ou aguda. Na pancreatite crônica, a inflamação não sara e piora com o tempo. Eventualmente, ela pode ocasionar dano permanente. Pancreatite aguda ocorre subitamente e é muito dolorosa. Ela geralmente é curada em alguns dias com tratamento. Em casos graves, pode ocorrer sangramento e dano permanente ao tecido. As causas mais comuns de pancreatite aguda são pedra na vesícula e consumo exagerado de álcool. Outras causas de pancreatite aguda incluem trauma abdominal, medicamentos e infecções. Transtornos genéticos do pâncreas e certas doenças autoimunes também podem causa pancreatite. Porém, em quase metade dos casos, a causa é desconhecida, uma condição chamada pancreatite idiopática. Histórico médico familiar e câncer de pâncreas Traçar seu histórico médico familiar pode ajudar a identificar o risco para problemas pancreáticos. É sempre uma boa ideia dizer ao seu médico se tem histórico familiar de doença no pâncreas. Isso pode não parecer muita coisa, mas para o médico é uma informação muito importante. Conhecimento do histórico médico familiar é especialmente importante para detecção precoce de câncer de pâncreas, o qual geralmente não apresenta sintomas nos estágios iniciais. Quando detectado cedo, câncer de pâncreas pode ser curável com cirurgia. Porém, a maioria dos pacientes com câncer de pâncreas não são diagnosticados até os estágios avançados, quando as chances de sobrevivência são pequenas. Ter uma alimentação saudável e limitar sua exposição a substâncias danosas, como tabaco e álcool, pode ajudar a manter seu pâncreas e todo sistema digestivo trabalhando apropriadamente.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Vai correr a São Silvestre? Confira essas dicas preciosas.

Você vai correr a São Silvestre? A mais tradicional corrida de rua do Brasil tem 15 km de percurso que inclui subidas, descidas e curvas. Por isso, mesmo os corredores que têm prática precisam realizar uma avaliação com um especialista em esporte e, se necessário, com cardiologista um fisioterapeuta, para se preparar melhor para a prova e evitar lesões e outros problemas de saúde. Além disso, é fundamental que haja acompanhamento de um educador físico nos treinos, para orientar no fortalecimento muscular. É necessário analisar a condição dos músculos, das articulações e do sistema cardiopulmonar antes da corrida. Uma primeira avaliação médica é essencial, seja para o corredor iniciante ou para o atleta experiente. O competidor também pode procurar um médico especialista em medicina do esporte. Esse profissional fará uma triagem, além de exames e testes, procurando sinais que possam contraindicar determinada atividade. Em caso de alterações, o médico irá encaminhar o paciente para o especialista correspondente. Diversos estudos indicam que o fortalecimento muscular diminui os índices de lesões e a sobrecarga das articulações. Se o corredor se queixar de alguma dor, é essencial procurar um fisioterapeuta para investigar a existência de uma lesão. As lesões mais comuns são causadas por sobrecarga ou impacto. Dentre elas, existe tendinite (inflamação nos tendões); fascite plantar, quando ocorre a inflamação da fáscia muscular na região plantar do pé; desgaste da cartilagem do joelho; fraturas por estresse; e periostite, também conhecida como canelite, que é a inflamação de uma membrana chamada periósteo. Caso a dor não seja tratada, uma prova com subidas e descidas, como a corrida de São Silvestre pode causar uma lesão ainda mais grave, podendo afastar a pessoa das atividades físicas em até três meses. Durante a semana que antecede a São Silvestre, é importante o participante da prova descansar. No dia da corrida, que começa no período da manhã, o competidor deve se alimentar no mínimo 45 minutos antes da prova e se hidratar com isotônicos e água. Uma dica importante é evitar tênis novos, que podem causar bolhas e feridas. Opte sempre por tênis ou sapatilhas específicas para corrida, com os quais você já esteja acostumado. Roupas esportivas leves, bonés e protetor solar também são indispensáveis para quem quer realizar tranquilamente a prova. Recomenda-se repouso após a corrida. É importante se hidratar e fazer compressas de gelo nos membros inferiores. A técnica, conhecida como crioterapia, ajuda na recuperação muscular, na redução da dor e possível inflamação.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Beber café com moderação pode ser um aliado na prevenção de doenças.

Tomar café todos os dias pode fazer bem à saúde e até mesmo aumentar o tempo de vida. Uma pesquisa do Instituto Nacional de Saúde dos EUA estudou por oito anos um grupo de mais de 400 mil homens e mulheres americanos, de 50 a 71 anos. O resultado da pesquisa sugere que as pessoas que tomavam café tinham um tempo maior de vida. O café não é composto apenas por cafeína, mas outros componentes importantes para o organismo, como antioxidantes. Uma xícara de café de 50 ml, filtrado no pano ou papel, pode ter em média 35 mg de cafeína. Já a mesma xícara de café instantâneo tem 33 mg e, de café expresso, em média 70 mg. Embora o contato com a água no expresso seja menor, a pressão é grande e, por isso, é extraída uma boa quantidade de cafeína em pouco tempo de contato.A cafeína em excesso pode também atrapalhar a quantidade de cálcio nos ossos, mas a quantidade na xícara de café é tão pequena que não chega a ser um problema. Outro problema do excesso da cafeína é o risco de ataque cardíaco, principalmente para quem não está habituado a tomar.A cafeína pode irritar a mucosa do estômago e provocar sintomas de queimação. Mas o café sozinho não causa problema; o que pode piorar o quadro é a associação com gastrite ou refluxo, por exemplo. A cafeína pode também piorar a doença do refluxo gastro-esofágico, quando o ácido do estômago volta para o esôfago, que não é preparado para receber esse ácido refluxo. Isso provoca a queimação. Um paciente com esse problema deve evitar café e outros produtos com cafeína, como chocolate, energético, chá preto, refrigerantes de cola, guaraná e até mesmo alguns remédios para dor de cabeça. Há também a relação do café com a osteoporose, mas os estudos são contraditórios. Como a doença não está ligada apenas ao metabolismo do cálcio, só há risco quando a ingestão de café for realmente excessiva ou se a alimentação for pobre em outros minerais envolvidos.

Benefícios do exercício físico para os diabéticos.

A diabetes é uma desordem do pâncreas na qual ele ou é incapaz de produzir insulina (diabetes tipo 1) ou produz muito pouco (diabetes tipo 2). A insulina é um hormônio natural produzido no pâncreas que controla os níveis de glicose no sangue. A diabetes tipo 1 geralmente é diagnosticada em crianças, adolescentes e jovens. A diabetes tipo 2, mais comum, pode ser diagnosticada em qualquer idade. Os efeitos de exercícios físicos têm resultados benéficos para os diabéticos. Com exercícios físicos apropriados e uma dieta controlada, diabéticos podem ter os seguintes benefícios da boa forma: * Elevação da eficácia da insulina. Exercícios físicos ajudam o corpo a responder à insulina presente. * Diminuição nos níveis de glicose no sangue. Exercícios físicos ajudam a controlar a quantidade de açúcar no sangue. * Redução na quantidade de medicamentos necessária: com a diminuição nos níveis de glicose a quantidade de insulina necessária também diminui. * Melhora na circulação: exercícios físicos ajudam a construir mais capilares nos tecidos, desta forma melhorando a circulação periférica. A atividade física deve ser feita porém com controle metabólico através da glicemia capilar. Quando a atividade física é controlada acontece uma melhora significativa do HDL e uma redução dos triglicérides. O excesso de atividade física ou a escassez da atividade acaba sendo danosa para o diabético. O exercício deve ser moderado em condições aeróbias, evitando-se impactos principalmente dos membros inferiores. Fundamentalmente o controle alimentar a diminuição do peso corporal, o repouso adequado são necessários. A pessoa com diabetes deve consultar seu médico antes de iniciar um programa de exercícios físicos. É preciso examinar o coração, pressão, olhos e pés da pessoa com diabetes para verificar se ela não tem problemas que possam tornar a prática de exercício físico insegura. Ao se exercitar e ficar mais ativa fisicamente, a pessoa não apenas ajuda a controlar a diabetes, mas também ajuda a prevenir futuras complicações médicas associadas com a doença. Uma simples rotina semanal de exercícios físicos aeróbicos, como caminhada ou corrida, ajudará o corpo a ficar na boa forma necessária para controlar os sintomas e prevenir complicações futuras. Treinamento de alongamento também é recomendado para manter os tecidos funcionando apropriadamente.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Os sete erros principais no tratamento de dor crônica

Dor nas costas, enxaqueca, incômodo nas articulações não representam nada demais, desde que apareçam de vez em quando e não atrapalhem a sua rotina. O caso é diferente daquele de quem sofre com problemas assim diariamente e não buscam ajuda, um perfil que já alcança 30% da população mundial, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Descaso com a origem do problema está entre um dos principais fatores para que esse tipo de incômodo afete tanta gente, mas não é isso. Muitos pacientes não buscam tratamento quando a dor ainda é um problema discreto, contribuindo para que ela se agrave a ponto de, em alguns casos, se tornar insuportável. O erro grave, no entanto, vem acompanhado de outros. Esperar a dor passar Toda dor é um alerta que o corpo manda para manter sua integridade - uma dor aguda no peito, por exemplo, pode indicar um infarto. Ao entender os sinais que o organismo dá e procurar ajuda, você pode evitar o agravamento da dor e o surgimento de lesões mais sérias. No entanto, existem dores - as crônicas, que não têm essa função de alerta - com as quais é preciso, além de tratar, conviver. É o caso das artroses e da artrite reumatoide. Não se exercitar Aquela dorzinha chata te faz evitar exercícios físicos? Você não é o único. Atualmente as pessoas têm muito medo de praticar exercícios físicos quando sofrem alguma dor. Evitar o movimento quando existe uma dor faz com que a musculatura mais próxima à região dolorosa - e em alguns casos os músculos mais distantes - acabe tensionada. O movimento ajuda a tratar, cuidar e prevenir esse desconforto - ele restabelece o equilíbrio articular, lubrifica as articulações e fortalece a musculatura. O exercício deve ser leve, específico para a área atingida, progressivo e individualizado. Pular a fisioterapia Ir pelo menos três vezes por semana para a clínica, passar uma hora lá e ter que esperar algumas semanas até sentir os resultados. Fazer fisioterapia nem sempre é fácil, mas pode ser a solução que você precisa. Muita gente acaba optando por uma pílula - ou até mesmo por uma cirurgia - como uma solução rápida para a dor. Essa escolha pode causar prejuízos desnecessários ao organismo, já que o tratamento não medicamentoso ameniza a dor sem sobrecarregar órgãos como os rins e o fígado. Tomar alguns tipos de medicação anti-inflamatória por muito tempo, por exemplo, pode levar à lesão dos rins e fígado e anemia grave. Se essa for a recomendação dos profissionais que acompanham seu caso, vale a pena trocar o remédio pelo exercício. Evitar tratamentos complementares Você acha que meditação é balela? Pois saiba que atualmente há evidências que esse método pode ajudar a amenizar a dor. Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte (EUA) analisaram 500 estudantes que nunca haviam meditado. Os participantes fizeram um treinamento de 20 minutos da prática, durante três dias consecutivos, e depois, foram submetidos a testes com choques elétricos. Os resultados, publicados no The Journal of Pain, apontaram que a meditação ajudou a aliviar a dor, mesmo que os estudantes fossem iniciantes. Outra boa aliada é a acupuntura - nessa terapia, quando certos pontos do corpo são estimulados, ocorre a liberação de neurotransmissores naturais no organismo. O estímulo faz com que substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar, como a endorfina e a serotonina sejam liberadas, equilibrando o funcionamento do corpo e aliviando dores. Automedicar-se Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia, treze milhões de brasileiros apresentam dores de cabeça diariamente. Acreditando que essas crises são normais, muitos tomam analgésicos por conta própria: aumentam as doses, depois trocam de marca, pedem dicas para amigos, parentes e balconistas de farmácia sobre analgésicos mais potentes. Quando chegam ao especialista, a dor já é diária e a lista de analgésicos que já não resolvem mais é grande. O organismo vai se acostumando ao medicamento de uso contínuo e perde, cada vez mais, seus próprios mecanismos de regular a dor. Sem o analgésico a dor vem mais forte, e mais analgésico precisa ser utilizado, é um círculo vicioso e perigoso. Para tratar adequadamente a enxaqueca, o paciente deve consultar um médico que vai fazer a "desintoxicação", ou seja, todos os medicamentos usados serão suspensos, dando lugar ao tratamento feito com medicações chamadas preventivas, que evitam dores tão frequentes e intensas. Ir a muitos especialistas Além de ser extremamente desgastante, ir a diversos especialistas e fazer todo tipo de exame demanda tempo e dinheiro. Algumas formas de dor crônica sequer manifestam-se em exames, por isso dificilmente são detectadas. Um profissional familiarizado a elas - como um especialista em dor - tem formação específica para entender o problema. Por isso, procure primeiro um profissional que entenda a doença e faça o encaminhamento correto. Mudar o tratamento por conta própria Caso você tenha dúvidas ou sugestões para o seu tratamento, converse com o seu médico, não tome atitudes sozinho. O profissional sabe quais medicamentos podem ser usados por longo tempo sem prejudicar seu organismo. Ao decidir abandonar um tratamento por conta própria, mesmo que ele esteja no final, o paciente está jogando fora tudo o que foi feito.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

O que é fisioterapia preventiva?

Atualmente a rotina está cada vez mais corrida e exigindo mais atenção e ações que unidas geram muito estresse. Preocupar-se com alimentação, moradia, transporte, contas e outros fatores acabam fazendo com que a saúde fique um pouco de lado.Existem diversas campanhas alertando quanto aos perigos envolvendo o estresse. Diversas doenças psíquicas e osteomusculares são comuns em pessoas que sofrem com estresse. Levando para o ambiente de trabalho, onde há exigência de um ritmo excessivo, posturas inadequadas e movimentos repetitivos, a chance de aumentar a tensão e estresse é altíssima.Todas as situações citadas anteriormente têm provocado um alto número de pessoas precisando de fisioterapias e outros tratamentos. Neste artigo vamos falar sobre a fisioterapia preventiva, quais são os seus fundamentos e aplicações? A fisioterapia preventiva tem papel muito importante para a saúde do trabalhador e cada dia mais tem se utilizado a fisioterapia preventiva também como aliada no esporte. Dentro da ampla área da fisioterapia existem diversas subdivisões, a fisioterapia preventiva é uma delas. Diversos estudos vêm comprovando a eficiência da fisioterapia preventiva na redução do índice de afastamento do trabalho e consequentemente, reduzindo o número de cirurgias. A fisioterapia preventiva também está sendo muito utilizada entre os atletas para prevenir lesões, mas ela se aplica a todos, desde crianças até os idosos. A Fisioterapia Preventiva é composta de exercícios de alongamento, relaxamento e exercícios respiratórios, eles devem ser praticados todos os dias. Estes exercícios visam relaxar a musculatura, aumentar a flexibilidade e aumentar a disposição ao longo do dia. A maioria das empresas atualmente conta com um programa de fisioterapia preventiva, em alguns lugares é conhecida como ginástica laboral. Todos os dias em algum momento, o turno de trabalho é interrompido para que os funcionários realizem os exercícios propostos. Existem diversos exercícios e atividades que compõem a fisioterapia preventiva, cada conjunto é estudado e direcionado para compensar o estresse desempenhado na sua função, ou seja, não adianta você fazer a atividade que não foi direcionada a você. É importante frisar que alongamentos podem parecer exercícios simples, mas se realizados de forma incorreta, podem causar lesões gravíssimas. Desta forma a fisioterapia preventiva deve ser prescrita por um profissional capacitado e após uma avaliação completa das suas atividades diárias. O envelhecimento quase sempre vem acompanhado de problemas de saúde e/ou físicos. Os idosos passam a ter ossos, tendões e músculos cada vez mais fracos, além de doenças que podem impossibilitar a pratica de exercícios físicos. Mesmo assim o idoso não pode ficar parado e neste caso a fisioterapia preventiva é um aliado fantástico para evitar problemas ou reabilitar o corpo do idoso. Ela é capaz de reduzir o risco de complicações ou sequelas após quedas ou até um AVC, por exemplo. Os benefícios da fisioterapia preventiva são fantásticos tanto para idosos quanto para crianças, jovens e adultos. Os diversos exercícios de alongamento combinados com respiratórios são excelentes. A fisioterapia preventiva consegue combater doenças como: hipertensão, diabetes, osteoporose, tendinite, doenças cardíacas, artrose, hérnia de disco e bursite. Ajuda a melhorar a flexibilidade, o equilíbrio, a coordenação, a concentração e a postura. Pessoas que sofrem de insônia, ansiedade, depressão, dores nas articulações e músculos também podem obter melhoria através da fisioterapia preventiva. A fisioterapia preventiva não tem contra indicações, mas deve ser orientada e acompanhada por um profissional capacitado. Assim como a consulta médica é indispensável.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Estudo da OMS comprova que café não causa câncer.

Um painel de peritos influentes convocados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) concluiu que beber café regularmente pode contribuir para a prevenção de alguns tipos de câncer. Porém, os peritos também alertaram que esta bebida não deve ser consumida muito quente. Isto porque eles também concluíram que consumir bebidas muito quentes pode aumentar o risco de câncer no esôfago. Por isso, os especialistas orientam que as pessoas deixem o café ou o chá esfriarem um pouco antes de beberem. Em 2015, um time de especialistas reunido pelo governo dos Estados Unidos para traçar as novas orientações sobre alimentação ressaltou que haviam forte evidencias de que três a cinco xícaras de café não eram prejudiciais para a saúde e que o consumo moderado da bebida contribui para a redução do risco de doenças crônicas. Já um time de especialistas do World Cancer Research Fund International afirmou alguns anos atrás que o café contribui para a prevenção de uma série de tipos de câncer e que deveria ser consumido regularmente por pessoas com doenças crônicas no fígado, pois poderia diminuir o risco de morte dessas pessoas. O consumo moderado do café proporciona uma série de benefícios para a saúde. A bebida tem um efeito termogênico e por isso ajuda na perda de peso. Ela também tem ação estimulante e auxilia a diminuir dores de cabeça. Esta bebida previne algumas doenças neurodegenerativas, como Doença de Parkinson e Alzheimer, e diabetes tipo 2. O café ainda proporciona benefícios para o sistema respiratório. O café se destaca pelas boas quantidades de cafeína. Esta substância é importante porque tem um efeito estimulante sobre o sistema nervoso central e está associada à melhora no estado de alerta, na capacidade de aprendizado e resistência ao esforço físico. A cafeína também contribui para a perda de peso. Esta bebida possui outras substâncias benéficas como os ácidos clorogênicos que são responsáveis por grande parte da atividade antioxidante do café. Essa ação irá inibir inflamações e reduzir o risco de doenças cardiovasculares e outras doenças inflamatórias prolongadas. Além disso, o café têm potencial atividade antibacteriana, antiviral e anti-hipertensiva. A niacina, uma vitamina do complexo B, também está presente na bebida. Todas as vitaminas do complexo B estão associadas ao bom funcionamento do sistema nervoso.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Kinesio Taping usa bandagem elástica adesiva para tratar lesões

Praticamente todo atleta já sofreu uma lesão e nem sempre a recuperação foi tranquila. A Kinesio Taping é uma técnica que utiliza bandagens de elástico para exercer força e pressão nos músculos machucados. Ela é aplicada após a prática de algum exercício físico que tenha provocado lesões musculares simples ou graves, que exigem tratamento. Utilizada principalmente em consultórios de fisioterapia, a Kinesio Taping é uma alternativa não-invasiva, não-cirúrgica e que não faz uso de curativos ou bisturis. Uma pesquisa do Centro Universitário do Pará (CESUPA) descobriu que 55,6% dos atletas sofrem lesões musculoesqueléticas durante os jogos. Na amostra obtida pelos investigadores, foram apontadas as contraturas e contusões como as causas mais recorrentes dos machucados. Além disso, 13,3% precisaram recorrer a métodos cirúrgicos para tratamento. Com a Kinesio Taping é possível evitar esse tipo de procedimento. Desde 1970, a técnica é muito utilizada no Japão, seu país de origem. No Brasil, a aplicação das bandagens na recuperação de lesões é recente. O processo é bastante simples, consistindo na aplicação de fibras elásticas que exercem força de tração na pele. Assim, o corpo trabalha de forma natural para promover a cura, já que os músculos e a articulação permanecem mais estáveis, sem que a área comprometida se mova. Existem inúmeros benefícios na aplicação da Kinesio Taping. Um dos principais é a possibilidade de usar as bandagens em crianças, adultos e idosos, já que a técnica não é invasiva e não provoca efeitos colaterais. Além das lesões ocasionadas pelo esporte e exercícios físicos, o método pode ser usado no tratamento de doenças neurológicas, ortopédicas e outras patologias. O resultado da aplicação das bandagens inclui: correção das funções dos músculos, melhora no sistema sanguíneo e linfático, diminuição da dor, reposição das articulações que sofreram lesões, e alívio nas tensões musculares. É comum a aplicação da Kinesio Taping em consultórios de fisioterapeutas. São esses os principais profissionais da saúde que utilizam a técnica, sempre com a finalidade de complementar o tratamento principal. As fitas são colocadas nos pacientes por um período curto, geralmente de duas semanas. Com as bandagens elásticas, é possível manter a melhora obtida com as sessões de fisioterapia. Dessa forma, os resultados positivos que são alcançados não se perdem quando os pacientes realizam os movimentos que estimulam os sentidos e músculos, prevenindo que o quadro piore. Um estudo de 2014 da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e da Universidade de São Paulo (USP) avaliou os resultados do uso das bandagens em tratamentos fisioterápicos. Segundo os dados obtidos pelos pesquisadores, as fitas devem ser usadas apenas como complemento a outros tratamentos, mostrando-se benéficas, mas apenas em um curto prazo, sem maiores evidências científicas que validem o uso contínuo.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Leonardo Fisioterapeuta: Inverno requer reforço na prevenção contra a gripe

Leonardo Fisioterapeuta: Inverno requer reforço na prevenção contra a gripe

Inverno requer reforço na prevenção contra a gripe

Com o início do inverno nesta semana, aumenta a vulnerabilidade para o contágio por infecções da gripe. Por isso, é importante redobrar os cuidados para prevenir a doença. De acordo com o último boletim do Ministério da Saúde, de janeiro até 6 de junho deste ano, foram notificados 5.411 casos de infecção por influenza, que resultaram em 979 mortes. Prevenção Para reduzir o risco de contaminação, o Ministério da Saúde recomenda que se coloque em prática a "etiqueta respiratória". A conduta consiste em lavar as mãos principalmente antes da refeições, cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir, não compartilhar itens de uso pessoal, como copos e talheres, e manter os ambientes ventilados. Sintomas Os principais sinais de gripe são febre alta, dores musculares, dor de garganta, dores de cabeça, coriza e tosse seca. Em geral, o primeiro a se manifestar é a febre, que dura cerca de três dias. Em seguida, aparecem os sintomas respiratórios, que permanecem por mais cinco dias. Durante esse período, a transmissão ocorre por meio das secreções da pessoa infectada e o contato com superfícies contaminadas. Se esses sinais se agravarem e evoluírem para dificuldade de respirar, lábios arroxeados, dor no abdômen ou no peito, tontura, vômito ou até convulsões, deve-se procurar um pronto-socorro para atendimento. Nesses casos, é preciso buscar ajudar para evitar que complicações da gripe não se tornem uma pneumonia, por exemplo. Tratamento Em casos de gripe, os sintomas podem ser tratados. Para amenizar os efeitos da infecção, o Ministério da Saúde recomenda a ingestão de água, alimentação leve e repouso, além de medicação anti-gripal com orientação médica. O Sistema Único de Saúde (SUS) ainda distribui o fosfato de oseltamivir, que é um antiviral que deve ser tomado até 48 horas depois do aparecimento dos sintomas. Vacinação Entre abril e maio deste ano, 49,9 milhões de pessoas foram imunizadas contra os principais tipos do vírus influenza em circulação. O total extrapolou a meta do Ministério de vacinar 49,8 milhões de pessoas que faziam parte do público alvo, no qual estão incluídas mulheres grávidas, idosos, crianças até dois anos e pessoas com doenças respiratórias crônicas, cardiopatias e diabetes. Em 2016, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou que fossem produzidas vacinas contra o influenza A (H1N1 e H3N2) e B, mais frequentes no hemisfério sul. Esses dois tipos são os principais causadores de epidemias. Até o momento, não há previsão para antecipar a campanha no ano que vem, pois a análise dos principais tipos de vírus no ar só começa no segundo semestre. Neste ano, a campanha começou mais cedo em alguns Estados, como São Paulo e Pará, por causa das novas notificações de contágio por H1N1. A campanha ocorre antes do período mais crítico (outono e inverno) de contaminações para que a população possa desenvolver anticorpos até a época de maior circulação do vírus influenza. A ideia é reduzir o agravamento da doença. Cerca de três semanas após a vacinação já é possível verificar a presença dos anticorpos. A proteção é eficaz de seis meses até um ano. Por isso, é importante se vacinar todos os anos. Segundo o Ministério da Saúde, estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza. Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Nutrientes essenciais para melhorar o sistema imunológico

O sistema imunológico é responsável por reconhecer agentes agressores e defender o organismo contra ações que possam prejudicar a saúde. Todo o processo de proteção é realizado silenciosamente, por exemplo, a cicatrização de um corte, a coceira após a picada de mosquito e a febre. Apesar de pequenos indícios, estes sinais indicam que o organismo está saudável e pronto para se recuperar de alguns problemas de saúde. No entanto, quando alguns sintomas são recorrentes e facilmente fica doente, mostra que a imunidade do organismo está baixa. Uma maneira de melhorar a proteção do organismo é por meio da alimentação. Certos nutrientes fornecem a energia necessária para estimular o bom funcionamento do sistema imune. Veja os nutrientes que devem fazer parte da sua dieta: Vitaminas: esses nutrientes são essenciais para a saúde geral do organismo. Porém, algumas vitaminas específicas se destacam quanto à sua ação sob o sistema imunológico: Vitamina C: é um dos nutrientes mais importantes para a eficiência da resposta imune. É capaz de estimular a produção dos linfócitos, auxiliando o organismo a reconhecer os agentes invasores, e, em consequência, favorecer a produção de anticorpos. É eficaz na prevenção de infecções virais, principalmente das vias respiratórias. Seu aporte adequado está relacionado, inclusive, à recuperação mais rápida diante de infecções; Vitaminas do Complexo B: vitaminas como a tiamina (B1), riboflavina (B2), ácido pantotênico (B5), piridoxina (B6) e o ácido fólico (B9) são essenciais para o funcionamento dos linfócitos, sendo que sua deficiência pode refletir negativamente na sua contagem na corrente sanguínea. Da mesma forma, a carência de vitamina B12 pode reduzir a fagocitose e prejudicar a resposta imune; Vitamina A: além de estimular a produção dos linfócitos, essa vitamina possui ação extremamente benéfica sob a pele e as mucosas que funcionam como barreira contra microrganismos nocivos. Também tem ação antioxidante, que combate a degeneração celular e o surgimento de doenças crônicas; Vitamina D: estudos apontam que a quantidade de D no ambiente, provenientes tanto da alimentação quanto da exposição solar, afetam o desenvolvimento e a função de linfócitos e, por consequência, modulam a função imunológica; Proteínas: desempenham um papel fundamental na eficiência do sistema defensor. A deficiência de proteínas está ligada, inclusive, à casos de desnutrição e, consequentemente, à queda da eficiência do sistema imune; Glutamina: é um aminoácido (constitui as proteínas) mais presente no organismo, porém em situações de trauma, queimaduras, infecções graves, pós-operatório, Diabetes não controlada e exercícios exaustivo sua concentração é diminuída, com isso o organismo fica mais sujeito a infecções; Arginina: também um aminoácido apresenta capacidade de estimular o sistema imune, é necessária para defesa contra vírus, bactérias, fungos e parasitas. Ômega 3 e 6: são ácidos graxos, ou seja, gorduras consideradas essenciais para os seres humanos pois não são fabricados pelo organismo e são necessários para a imunomodulação; Zinco: esse mineral é necessário na ação anti-inflamatória, isso o torna essencial na função imunológica, sua deficiência promove dificuldade na reparação de tecidos, o que aumenta o tempo de convalescença em algumas doenças; Vitamina E: eficaz na resposta anti-inflamatória, também protege as membranas celulares e a formação saudável dos linfócitos graças a seu poder antioxidante; Vitamina K: essencial na coagulação do sangue, processo pelo qual o corpo isola áreas do corpo com ferimentos, afim de reduzir o risco de infecções. O que incluir na alimentação? Além do equilíbrio essencial em alimentação saudável, alguns alimentos se destacam no favorecimento das defesas naturais do organismo: Uma dieta equilibrada deve contar sempre com porções balanceadas de todos os grupos alimentares. Porém, quando se trata de uma alimentação voltada para o fortalecimento do sistema imune, devemos dar preferência aos nutrientes imunomodulares, ou seja, aqueles que tem ação direta sob a resposta imunológica. Os alimentos indispensáveis para essa função são os seguintes: Alimentos ricos em vitaminas: Frutas são ótimas fontes de diversas vitaminas, em especial as críticas, pois possuem alta concentração de vitamina C. Proteínas animais também são uma ótima fonte desses nutrientes, sobretudo o fígado, rico em vitaminas A, e do complexo B. Vegetais folhosos escuros como couve, brócolis e espinafre são ótimas fontes de vitamina E e K; Alimentos ricos em vitamina D: Peixes, cogumelos tipo shitake e gema de ovo. Alimentos ricos em proteínas e Zinco: alimentos de origem animal como carnes vermelhas, ovos, fígado são ricos em proteínas. Nozes, castanhas, cereais integrais e leguminosas como o feijão são excelentes fontes deste mineral. Alimentos fontes de ômega 3 consumo de peixes como o salmão, atum, sardinha, suprem a necessidade de gorduras boas que garantem a proteção das células do organismo. blogdasaude.com.br

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Quais os riscos das noites maldormidas?

Os problemas de sono constituem uma epidemia global que ameaça a saúde e a qualidade de vida de mais de 45% da população mundial, segundo a Associação Mundial de Medicina do Sono. Dormir bem é um dos três pilares fundamentais para ter uma boa saúde, ao lado de uma dieta equilibrada e exercício regular. Irritação e cansaço são sintomas de distúrbios do sono em crianças A falta de sono possui impactos altamente nocivos na saúde física e mental. Sabemos, por várias pesquisas, que quem tem privação de sono possui risco muito mais alto de ter doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e depressão. Estas são algumas formas pelas quais dormir pouco pode afetar sua saúde: 1. Dieta ruim A falta de sono faz com que nos alimentemos pior. De acordo com um estudo espanhol, mais de um terço das pessoas come mal quando dorme pouco. O motivo, segundo a especialista, é que nessa situação costumamos comer alimentos pouco saudáveis, e por isso a falta de sono está vinculada ao aumento de peso. A comunidade científica também associa a falta de sono à obesidade e ao diabetes. O que comer (e o que evitar) para dormir bem. Segundo estudo realizado em 2015 por pesquisadores no Catar, dormir pouco aumenta o apetite e a resistência à insulina. Dormir bem, afirma a Sociedade Real de Saúde Pública da Espanha, é essencial para a regulação do metabolismo, sobretudo em crianças, e há evidências da relação entre horas de sono e incidência de obesidade infantil. Em resumo, a orientação é se dormir bem comerá melhor. 2. Saúde mental afetada Dormir pouco tem relação com uma variedade de transtornos físicos, mentais e de comportamento. A saúde mental é uma questão particular e, de certo modo, é um círculo vicioso: se tem problemas mentais, dorme pouco, e vice-versa. E se sente cada vez pior. Buscar ajuda psicológica é "vital" nesses casos. O conselho para casos de insônia é buscar tratamentos com medicamentos específicos ou terapia comportamental. Segundo a organização espanhola Instituto de Medicina do Sono, a falta de sono está associada a problemas psicológicos, depressão e ansiedade. 3. Risco de acidentes A possibilidade de sofrer acidentes cresce com a ausência de sono. Um em cada cinco acidentes tem a ver com a falta de sono. Órgão de segurança das estradas nos EUA estima que 40 mil pessoas por ano sofram acidentes relacionados à privação de sono no país. Segundo o órgão de segurança de estradas dos EUA, 40 mil pessoas se ferem por ano no país por problemas relacionados à falta de sono, e 1.550 pessoas morrem nesses tipos de acidentes. Estudo da Harvard Medical School já apontou que 250 mil condutores dormem ao volante por dia nos EUA. 4. Menor rendimento físico Dormir bem é importante para ter energia durante o dia. Trata-se, de fato, de um aspecto fundamental para o funcionamento de nosso cotidiano. Atletas profissionais podem dormir pouco e ainda assim apresentar bom rendimento, mas é fundamental descansar por tempo suficiente após a prática de exercícios. O problema da falta de sono é o impacto no rendimento físico, pois o corpo precisa de um mínimo de horas de descanso. O processo de regeneração dos tecidos nervoso e muscular ocorre à noite. Se não há descanso não há recuperação correta, e isso afeta o rendimento físico e intelectual. 5. Limitação cognitiva Sabemos que a falta de sono ou má qualidade do sono tem grande impacto negativo na saúde, em curto e longo prazo. Os efeitos impactam a capacidade de atenção, a recuperação da memória e a aprendizagem. Devemos entender o sono do mesmo modo que entendemos outras coisas que beneficiam nossa saúde, como boa dieta e atividade física. O ato de dormir bem muitas vezes é subestimado, mas é algo que deveria preocupar a todos. É uma questão de saúde pública.